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ISBN: 978-65-99056-11-6
Ano de publicação: 2020
Páginas: 256

O palácio de Deus e o templo do rei

 

Marcos Horácio

 

A proposta desse livro é entender o contexto do surgimento da arte mineira no século XVIII, marcada pela colonização portuguesa e a afirmação dos valores cristãos católicos. As obras desse período são definidas pela retórica, condicionadas pela economia do ouro e por uma sociedade baseada em cânones aristocratas e escravocratas.

 

A história de Minas Gerais caracteriza-se pela organização laica das ordens terceiras, confrarias e irmandades e suas associações mais significativas são: Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, Ordem Terceira de São Francisco de Assis, Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e Irmandade de Nossa Senhora das Mercês.

 

A presente obra desenvolve uma análise da iconografia religiosa dessas diferentes irmandades, interpretando o discurso do poder instituído nessa época por meio dos símbolos e alegorias da realeza e da nobreza. Como santos e santas podem se comportar como fidalgos e aristocratas num palácio instituído em forma de igreja?

 

             Sobre o autor:

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Marcos Horácio Gomes Dias é doutor em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em Arte e Cultura Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Professor do Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS) e de instituições universitárias privadas. Em 2015 foi eleito o melhor professor universitário de Comunicação Social, da Região Sudeste, pela Imprensa Editorial (Revista Imprensa/Portal Imprensa).